Um Conto De Ticci Toby
Tudo começou quando eu fui me mudar para uma casa maior e melhor, foi num bairro chamado Kennedy Miller era um bairro muito bom com vizinhos ótimos. Aé eu esqueci de me apresentar meu nome é Luize, enfim mas o que me preocupava era á noite, quando todos os vizinhos colocavam trancas de diferentes combinações em suas portas e janelas, e em seus jardins colocavam armadilhas de diferentes tamanhos.
Eles dizem que um tipo de serial killer anda por esse bairro e entras pelas janelas das casas e invade os quartos para decepar os corpos e os espalhar pela casa, eles também dizem que ele anda com dois machados em mãos e é muito pálido com óculos amarelos tapando seu rosto e um tipo de barras de ferro ou sei lá o que no lugar da boca. Bom eu achei um monte de besteiras, pois quem me contou foi uma velha de setenta anos e já estava gaga mesmo. Ela diz que é para eu tomar cuidado e comprar trancas novas toda a semana, na minha opinião essa velha parece a minha mãe me dizendo como me vestir, e ainda por cima ela e chata pra cacete e eu não preciso de outra mãe para me virar.
Hoje é sexta dia de pizza, aproveitei e fui pegar minha entrega, chegando na porta de casa eu estranhei um detalhe: Aporta estava destrancada, sem me importar muito eu fui direto para a cozinha fazer o meu glorioso jantar de uma pessoa. Foi o melhor jantar que eu já tive, de repente eu escuto um barulho estranho vindo do meu quarto, eu subo as escadas para dar uma olhada, e abro a porta e só o que eu consigo ver é escuridão.
Como sou idiota eu entrei no quarto sem ao menos ligar a luz, bem pensei em dar meia volta e acender a luz né, mas quando eu ouvi um som de arrepiar até a ponta do ultimo fio de cabelo castanho que tenho, foi um som do tipo quando você faz um gesto de silêncio para a pessoa, me virei lentamente e fiquei gélido com a figura que estava a minha frente. Aquela coisa era horrivel, aquilo não era uma pessoa e sim um monstro, uma aberração eu... eu estou horrorizada. Num impulso minha boca cria coragem para falar:
-Quem é você?
-Hahaha! Você ainda pergunta quem sou eu? Eu sou aquele que você não acreditou quando aquela velinha te disse sobre minha história hahaha!
-V-Você é o tal serial killer?
-Ah, então lembrou, sim eu sou o serial killer.
-E você pode me dizer pelo menos o seu nome?
-Pra que dizer o meu nome se você vai morrer mesmo.
-Eu só queria saber- Minha voz saiu quase num susurro depois de ouvir que eu ia morrer.
-Meu nome é Ticci Toby, agora deixa eu terminar o que eu realmente sei fazer de melhor.
Em um movimento só aquele muleque fez um corte no meu braço, corri até a cozinha para pegar uma faca mas o desgraçado me barrou então para ganhar tempo dei uma facada certeira no braço também, mas a faca ficou presa e isso me deu mais tempo para fugir para o banheiro.
-VADIA! Cadê você? Vamos apareça desgraçada
Eu não vou lá pra fora, ele acha que eu sou idiota o bastante, se eu sair eu morro, se eu ficar eu morro de fome, mas se eu sair eu posso levar um machado na cara e ai eu não vou poder mais viver, mas em todo momento eu sei que ele vai me achar.
Vi seu reflexo no chão e fiquei mais quieta que o som da morte, tenho que ser sincera nunca pensei que veria a morte de frente, pensei que morreria só quando meus netos já estivessem pelo menos estudando ou coisa do tipo, eu estava quieta demais até que eu escutei o barulho do machado arrastando no chão, aquele som era tão pertubador eu não aguentava mais, então gritei.
-Ahhhh! Me deixa em paz.
Corri para longe, corrigindo, corri para onde tudo isso começou "o quarto" e dai então que ele me seguiu e ai vocês já sabem né.............. Morri!
Foi uma morte lenta e dolorosa, aquele machado perfurava minha barriga tão lenta que enquanto eu chorava e pedia para parar, ele ria e ria insanamente chegou um certo tempo que eu não aguentei mais nesse mundo, sim, chegou a hora deu partir, perdi tanto sangue que meu corpo não aguento mais. Agora eu vivo no submundo, onde almas vagam até que chegue as 3:00 da manhã até as 4:00 em que os portões do submundo se abrem para que possamos ficar na terra por pelo menos uma hora por dia.
E EU VAGO ATÉ HOJE SEGUINDO AQUELE INFELIZ.
TICCI TOBY

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